sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Como compreender o(s) seu(s) Alentejano(s) de estimação

O alentejano é um ser peculiar. Tal peculidariedade merece uma pequena disertação acerca das características que o tornam um espécime invulgar. Geralmente bem disposto, o Alentejano é por vezes, de difícil compreensão para os que pouca convivência têm com ele. Comecemos pelo mais básico e primordial, as necessidades fisiólogicas. As necessidades fisiológicas do Alentejano são mais fortes do que nos restantes seres vivos (nomeadamente as que se referem ao WC) provocando tal desconforto que é frequente despirem-se na totalidade nos momentos que antecedem a satisfação das referidas necessidades. Outro facto de interesse relaciona-se com um dos principios básicos de sobrevivência: o Alentejano não tem meio-termo. Ou é ou não é. Decididos por natureza, o alentejano escolhe sempre entre os opostos com uma facilidade e rapidez invulgar, admitindo-se uma hesitação de apenas 0.3 milésimos de segundo. Talvez na base deste principio estejam ainda algumas preferências do alentejano como sejam: o açucar ao adocante, a coca-cola à pepsi, a sagres à super bock.




Por agora deixo-vos com estas dicas para facilitar a convivência e principalmente a compreensão com esse ser maravilhoso que é o Alentejano. Este fim-de-semana também eu rumarei Além tejo e, concerteza trarei novos hábitos e curiosidades.

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